quarta-feira, 4 de setembro de 2013

O Baptizado do Guilherme - Parte 2 (Na Igreja)

...(continuação do post anterior)
 
A segunda parte deste post começa na igreja. Antes de começar a cerimónia:
 
 
A primeira interacção com o padre:

 
Agora é a vez do pai:

 
A tomar atenção ao que o padre está a dizer:

 
A igreja:
 
Novamente a tomar atenção ao padre:


Segunda interacção com o padre:


O ponto alto da cerinómia:

 
Obviamente, o Tiago não perdoa e tem que estar em cima do acontecimento:

 
A água já acabou?


Agora é a vez do óleo:


E isto, é o quê? Uma toalha?

 
Os padrinhos na fila para acender a vela:

 
Agora é a vez do padrinho:


Em seguida, as assinaturas (ao fundo, o pai paga ao padrinho por este ter aceite o papel):


O Guilherme também quis assinar:

 
E finalmente, a prova:


(to be continued)....
 
Saudações sul africanas. 


segunda-feira, 26 de agosto de 2013

O Baptizado do Guilherme - Parte 1 (Em Casa)

Durante a nossa estadia em Portugal, aproveitámos para baptizar o Guilherme. Ei-lo a ser vestido:
 
 
 Com a mãe:
 
 
 Com a mãe e com o pai:

 
 A admirar as prendas:

 


 A mostrar as prendas à madrinha:


E também ao padrinho:

 
Com o autocarro do Benfica, oferecido pela madrinha:


E com o padrinho:


Um sorriso de malandro:


O Tiago também teve direito a foto:


E mais uma antes de rumar à igreja:



(to be continued)........


quarta-feira, 7 de agosto de 2013

157 Kilos

Não, não é o peso do Silva gordo. É o peso da bagagem de porão que trouxemos de Lisboa. Mas como, quem, porquê?
 
Pois, entre 13 garrafas, roupa para os miúdos até eles terem 18 anos, chouriços, salsichas, 1 ferro de engomar do tipo industrial, calçado (pelo que vi, uma sapataria inteira), é de admirar que o peso não tenha sido maior.

Isto sem falar na bagagem de mão com computador portátil, iogurtes, leite, dodots, fraldas, mais a consola do Tiago, etc, etc.
 
E a viagem? Foi cansativa, como esperado. Após despachar as 6 malas enormes num processo de check-in que demorou 35 minutos, fomos para o raio X, com a cegada do costume. Mas desta vez, não foi necessário experimentar os cremes.

Tivémos a companhia de um agente da PSP até ao controlo de passaportes (Bruno, devíamos ter tirado uma fotografia), e depois tudo normal.

Partida no Sábado, às 18 horas:
 
 
 
 
 A chegada ao Dubai foi à 1:30 da manhã (hora de Lisboa), já com o Tiago e o Guilherme a dormir. Ainda pensámos que fossem dormir no aeroporto durante o tempo de escala, que foram quase 6 horas. Mas enganámo-nos, foi brincadeira durante a noite inteira. Às 7 horas da manhã (hora de Lisboa), voltámos a partir, mas desta vez a energia já se tinha esgotado:
 
 
 Dormiram ambos a viagem toda até Joanesburgo.
 
À chegada a Joanesburgo, após uma discussão infrutífera com o agente da fronteira sobre a validade dos vistos do Guilherme e da Cristina, fez-se a recolha das malas. O cãozinho que cheira as malas não detectou nada (devia estar constipado) e siga para a Avis. Nesta, nada digno de nota e passamos à saga de colocar as malas no transfer.
 
Estes, por mais que diga que necessitamos de uma carrinha grande, nunca aprendem. O artista vem com um táxi normal e depois teve que se desenrascar. 2 malas no porta bagagens, 2 malas no banco traseiro, 2 malas no banco da frente e está feito. A sorte é que nós recolhemos o carro alugado, logo no aeroporto e não necessitamos de ir no transfer.
 
E assim, chegámos a Cedar Lakes por volta das 18 horas, mais de 26 horas depois de termos saído de Odivelas.
 
Saudações sul africanas. 


quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Post Lamechas

Três semanas é muito pouco tempo. Muito pouco mesmo.
 
Foram três semanas intensas em Portugal. Intensas e rápidas e como é óbvio, não deu tempo para estar com todas as pessoas que queríamos estar.
 
Queremos agradecer a todos os amigos e família que estiveram connosco nas ocasiões ou celebrações das últimas três semanas.
 
E pedimos desculpa a todos aqueles que, pelas mais variadas razões, não pudémos ver ou sequer falar, enquanto estivemos em Portugal.
 
E agora, especialmente, para aqueles que pedem mais fotografias do gordo no blog, aqui vai:
 
 
Saudações sul africanas.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Tazz, Traffic Register + Carro Novo ----> Multa

Lembram-se do Tazz? Aquele carro fantástico que alugámos a um sucateiro de Joanesburgo?


Pois, em cerca de 1 mês e meio (entre Março e Abril), ao abrir a janela do condutor, o vidro caiu para dentro da porta 3 vezes. 3 !!! E sempre ao final do dia quando saía do escritório.
 
A história foi quase sempre a mesma:
  1. Ao sair do escritório, abria a janela para passar o cartão para levantar a cancela e..... clunk! caía o vidro para dentro da porta.
  2. Regressava a casa de janela aberta, com um frio desgraçado.
  3. Telefonava ao mecânico do sucateiro.
  4. Ia para o trabalho de janela aberta, novamente a apanhar frio.
  5. O mecânico chegava, arranjava a janela e dizia: "espere umas horas e só depois é que abra o vidro".
  6. Uma semana e meia depois, o vidro repetia o mesmo procedimento.
Houve uma vez em que o mecânico só veio arranjar a janela após 2 dias. Assim, foram 2 dias a apanhar frio de manhã e à noite.
Após a terceira vez, deixei de abrir a janela. Sempre que tinha que passar o cartão para abrir uma cancela, abria a porta e passava o cartão. E são 3 vezes em cada viagem.
 
Aliado a isto e ao facto de ficarmos pelo menos mais um ano na África do Sul (até Agosto de 2014), decidimos comprar um carro. Ora, para ter um carro é necessário um documento chamado "Traffic Register".
 
E o que é necessário para ter o Traffic Register? Um monte de documentos e respectivas fotocópias, mais um comprovativo de residência e no caso de ser estrangeiro, um comprovativo de trabalho. E dizem eles:
 
"Não há problema que a empresa dá-te o comprovativo de trabalho e também o de residência." OK, parece ser facil, pensei ingenuamente.
 
Dirigi-me ao local (obviamente, com a ajuda do GPS), entro no edifício onde diz "Traffic Registration" e pergunto à recepcionista que estava mais interessada no café:
  • Eu: Onde posso pedir o Traffic Register?
  • Recepcionista: O quê?
  • Eu: Onde posso pedir o Traffic Register?
  • Recepcionista: O quê?
  • Eu: Onde posso pedir o Traffic Register?
  • Recepcionista: No edíficio ao lado.
  • Eu: WTF? Porque raio está lá fora um sinal a dizer "Traffic Registration" neste edifício?
  • Recepcionista: O quê?
  • Eu: Obrigado.
 
Entro no segundo edifício, pergunto ao segurança:
  • Eu: Onde posso pedir o Traffic Register?
  • Segurança: No balcão 12, mas só pode pedir entre as 7:00 e as 10:00 (azar, eram 10:20).
Fiz-me de parvo (o que não é muito dificil, dirá o Bigorrilhas) e fiquei na fila. Parêntesis: o local lembrou-me a repartição de Finanças de Loures quando ia entregar o Imposto Complementar dos Silvas sénior na década de 80 (filas enormes, edificio velho, muita gente assustadora).

Quando chegou a minha vez:
  • Eu: Venho pedir o Traffic Register.
  • Funcionária (olha para o relógio, troca umas palavras num dialecto local com as colegas e diz): Tem o formulário preenchido?
  • Eu: Não.
  • Funcionária (troca mais umas palavras no dialecto local, entrega-me o formulário e diz): Preencha e vá outra vez para a fila.
Quando chegou novamente a minha vez, com o formulário preenchido:
  • Funcionária: Dê-me os documentos.
  • Parêntesis (Somos interrompidos por um cidadão local):
    • Cidadão local: Onde posso pedir o Traffic Register?
    • Funcionária: Aqui, mas só entre as 7:00 e as 10:00 (neste momento, já são 11:00).
    • O cidadão local olha para os meus documentos e diz: mas este senhor está aqui a tratar disso.
    • Funcionária: este senhor chegou às 8:00 (lol).
    • Cidadão local: mas eu preciso do documento hoje para registar o meu carro.
    • Funcionária: vá para a fila.
  • Funcionária (dirigindo-se a mim): Dê-me os documentos.
  • Funcionária (olha para os documentos): Onde está o seu comprovativo de residência?
  • Eu: Está aqui nesta folha.
  • Funcionária: Este é o seu comprovativo de emprego.
  • Eu: Certo, mas também tem no parágrafo abaixo a minha morada.
  • Funcionária: Este é o seu comprovativo de emprego.
  • Eu: Sim, mas eu estou a dizer que na mesma folha estão as duas coisas.
  • Funcionária: Mas você vive no trabalho?
  • Eu: Não. A empresa comprova que estou empregado e na mesma folha comprova a minha residência.
  • Funcionária: Mas você vive no trabalho?
  • Eu: Não.
  • Funcionária: Então, se não vive no trabalho, a empresa não pode comprovar a sua morada. Tem que trazer outro comprovativo.
  • Eu: Por exemplo?
  • Funcionária: O contrato de arrendamento, uma factura.
  • Eu: Mas a empresa comprova que eu vivo nessa morada.
  • Funcionária: Mas você vive no trabalho?
  • Eu (percebendo que já nada havia a fazer): Não.
 
Saí dali com a mesma raiva que sentia quando a senhora das Finanças encontrava mais um erro na declaração do Imposto Complementar dos Silvas sénior, porque sabia que tinha que lá voltar e gramar mais do mesmo.
 
Dois dias depois, voltei ao local, munido de todos os comprovativos de residência que podia imaginar:
  • Factura de Internet.
  • Contrato de Internet.
  • Contrato de arrendamento da casa.
 
Chego ao local (dentro do horário oficial), encontro uma fila enorme, que incluia mulheres grávidas e outras com filhos ao colo (aqui, os serviços públicos ainda não sabem o conceito de atendimento prioritário) e após 20 minutos, chega a minha vez:
  • Eu: Venho pedir o Traffic Register.
  • Funcionário (era outro): Tem o formulário preenchido?
  • Eu: Sim, estive cá anteontem.
  • Funcionário: Ah, então já tens tudo o que é preciso. Dá cá.
  • Eu entrego-lhe os documentos.
  • Funcionário (sem olhar para nenhum documento): Vem cá daqui a 4 dias buscar o Traffic Register.
  • Eu: ........
  • Funcionário: Mais alguma coisa?
  • Eu: Sim. Para vir buscar o Traffic Register é neste balcão?
  • Funcionário: Sim.
  • Eu: OK, obrigado.

Quatro dias depois volto ao local (dentro do horário oficial) e coloco-me na fila novamente. Desta vez, a fila é maior do que o costume, com mais grávidas e crianças de colo. Após 30 minutos, é a minha vez:
  • Eu: Venho buscar o Traffic Register.
  • Funcionário: Não é aqui. É no balcão 1.
  • Eu: .........
Dirijo-me ao balcão 1, entrego o passaporte (não havia fila) e recebo o documento. Ei-lo finalmente:


Sim, se repararem no nome (caso consigam parar de rir com a foto) diz "Louranco" e não "Lourenço", mas depois de tantas aventuras, decidi que ficaria assim mesmo.
 
Em paralelo, estava a decorrer o processo de aquisição do carro, que foi muito mais pacífico do que o processo do documento e não tem grande história. Foi comprado num stand cujos donos, curiosa e casualmente, são portugueses:
 
 
O único facto digno de nota (pelo seu rídiculo) é que após o processo de entrega (que dura mais de uma hora onde se valida que tudo funciona), o cliente tem que tocar um sino que existe no stand para "dar sorte".
 
Após três semanas a andar com o carro, aconteceu algo que nunca tinha acontecido com o Tazz: multa por excesso de velocidade. 71 kilómetros por hora quando o limite eram 60. 
Ainda pensei que o polícia me iria pedir dinheiro para não passar a multa (segundo contam, é muito usual), mas começou logo a escrever a multa, que tem um valor astronómico: aproximadamente 20 euros. Mas como este país é um espectáculo, se pagar nos primeiros 32 dias, aplicam um desconto de 50%.
 
Fica o registo:
 
 
Saudações sul africanas.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Aniversário do Tiago

No dia 24 o Tiago fez 7 anos e teve direito a duas festas. Uma no dia 24, em casa, com a avó e o avô a assistirem via Skype:
 
 
E outra no dia 25, no clubhouse de Cedar Lakes:
 
 
Com direito a insuflável escolhido por ele:
 
 
 
 
Com um bolo feito pela mãe:

 
 Convidou os amigos e foi só brincadeira (com algumas pausas para as fotos):


Enquanto a mãe bebe um cafezinho:


O Guilherme come umas pipocas:


A seguir à brincadeira, veio o almoço (pizza para todos):

 
E depois, cantar os parabéns e soprar as velas:

 
 

 
 E por fim, toca a cortar e comer o bolo:

 
Saudações sul africanas.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Guilherme - 1 Ano na África do Sul

Na semana em que completa um ano da nossa permanência na África do Sul e começa o 2º ano da nossa estadia, fica o registo fotográfico do Guilherme (de Maio de 2012 a Maio de 2013):

  • Maio - começou a andar no dia da nossa chegada:


  • Junho - em Cedar Lakes, no dia da mudança:


  • Julho - a andar de baloiço, em Cedar Lakes:


  • Agosto - com os óculos escuros da mãe:


  • Setembro - no primeiro corte de cabelo:


  • Outubro - a beber Ice Tea:


  • Novembro - a caminhar no quintal:


  • Dezembro - a conduzir:


  • Janeiro - a tocar guitarra:


  • Fevereiro - a beber água:


  • Março - a pintar:


  • Abril- a andar de comboio:
 
 
  • Maio - num restaurante africano com a cara pintada:
 
 

Saudações sul africanas.